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Pagina inicial » Notícias dos Mercados » Preços do alumínio sustentados pelos riscos do Estreito de Ormuz e pelos déficits de oferta

Preços do alumínio sustentados pelos riscos do Estreito de Ormuz e pelos déficits de oferta

  • abril 21, 2026
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Os preços do alumínio ficaram pressionados por um curto período após o Irã indicar que o Estreito de Ormuz permaneceria aberto durante um cessar-fogo temporário, reduzindo os receios sobre uma interrupção imediata no fornecimento. No entanto, o alívio foi passageiro, já que a rota voltou a ser fechada no fim de semana, recolocando o risco geopolítico no centro das atenções do mercado.

O movimento anterior de queda no alumínio da LME veio na sequência de uma forte valorização que levou os preços a um recorde de quatro anos na semana passada. Os investidores chegaram a precificar uma possível diminuição das tensões no Oriente Médio, mas o novo fechamento do estreito reforçou o quanto os fluxos globais do metal ainda dependem da segurança dessa rota de navegação.

A região responde por aproximadamente 9% da produção global de alumínio e é um fornecedor relevante para a Europa, o que aumenta a vulnerabilidade do mercado a qualquer nova interrupção. As preocupações com a oferta já se intensificaram, à medida que as paralisações e os cortes de produção nas principais fundições agravam a pressão gerada pela incerteza em torno da rota comercial.

Os analistas de mercado agora avaliam que o cenário vai além de um problema logístico momentâneo. O alumínio passou a apresentar um déficit estrutural, com o balanço de riscos inclinado para preços mais elevados caso a interrupção persista. A combinação de baixa capacidade ociosa e da incerteza geopolítica contínua tem apertado ainda mais o mercado.

Os problemas de produção na fundição Al Taweelah, da Emirates Global Aluminium, a redução da produção na Alba e os cortes anteriores na Qatalum poderiam retirar uma capacidade de quase 3 milhões de toneladas por ano, o equivalente a quase metade da produção do Oriente Médio. Se essas perdas forem mantidas, o déficit global de oferta poderá aumentar para cerca de 2 milhões de toneladas.

A retomada da capacidade de fundição é um processo difícil e lento, o que significa que a oferta dificilmente se recuperará de forma rápida após a perda. Esse cenário mantém os preços do alumínio sustentados por condições fundamentalmente restritas, mesmo que as negociações permaneçam voláteis no curto prazo.

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